25.5.09

Slogan ou mantra? (reconhece)

Amo muito tudo isso.

A gente se vê por aqui

A química da vida.

Aqui todo mundo pode voar.

A vida na sua mão.

Beleza de dentro para fora.

Conte comigo.

Dedicação total a você.

Desde sempre.

É do seu jeito.

Entusiasmo diante da vida.

Experimente ter mais.

Fazendo mais que o possível.

Indispensável.

Movidos pela paixão.

Nós buscamos desafios. E você?

O básico original.

O futuro na sua mão.

O poder de surpreender.

O valor das Idéias.

Paixão por inovação.

Para pessoas como você, apaixonadas pelo sucesso.

Para quem quer mais da vida.

Porque você é importante.

Porque a vida é agora.

Porque se sujar faz bem.

Puras possibilidades.

Qual é a sua?

Saber é super.

Só ele é assim.

Sonhe com o mundo. A gente leva você.

Sua companhia para toda a vida.

Sua vida mais fácil.

Toda refeição é uma oportunidade.

Todo seu.

Tudo é possível.

Você merece.

Você no comando.

Você pode ser o que quiser.

Você, sem fronteiras.

Viva o novo.

Viva o amanhã.

Viver sem fronteiras.

Drive your way.

I am what I am.

Keep walking.

Let’s get it done.

Life’s Good.

Like.no.other

The power of dreams.

Think. Feel. Drive.

Yours is here.

We move the world.

16.5.09

Parcialidade e preconceito... isso não é jornalismo!

Durante a aula desta última sexta-feira (15) o professor informou-nos sobre uma matéria da "FOLHA DO ESTUDANTE" (Mar/Abr 2009 N° 3). O artigo pretendia explicar o conteúdo e atuação do profissional de Relações Internacionais (RI). O alerta foi feito. A título de informação, sou graduanda na área.
A intenção da reportagem seria de informar (o público-alvo, de modo geral, vinculado a área acadêmica). Contudo, o que impressiona é a falta de conhecimento sobre o internacionalista (acadêmico graduado em RI), e, em certa medida, o desrespeito com o mesmo. A matéria foge do bojo de explicações como "quem quer atuar em comércio exterior ou aspira a carreira diplomática". Denotações simplistas e preconceituosas induzem a uma visão errônea.
Um internacionalista é capaz, em tese, de interrelacionar conhecimentos de economia, sociologia, política, história, etc., formulando análises sobre diversos assuntos (geralmente vinculados a assuntos transnacionais, globais). Tal capacidade possibilitaria a atuação em áreas como: consultorias, pesquisas, ONGs, empresas, imprensa, Organizações Internacionais, órgãos públicos, entre outros.
Claro que a formação acadêmica e profissional dependem da qualidade da instituição de ensino, bem como a do aluno. Mas isso (feliz ou infelizmente) não é exclusividade de nenhuma área.

Para saber mais leia, por exemplo, a matéria:
- "Internacionalistas: uma carreira, uma profissão?" de Paulo Roberto de Almeida